sábado, 26 de novembro de 2016

A MODA EDUARDIANA EM GRAN HOTEL





Gran Hotel é um seriado policial ambientado entre 1905 a 1907 em um estabelecimento comercial homônimo na costa espanhola. O jovem JUlio Olmedo chega ao Gran Hotel de Cantaloa para saber sobre o paradeiro de sua irmã Cristina, após constatar que se trata de um desaparecimento criminoso, ele consegue o emprego de camareiro para investigar e será auxiliado por Alicia Alarcón, uma das herdeiras do hotel. O detetive Ayala também visita o hotel pois somente nele deve existir uma faca de ouro pela qual um assassino em série está atuando pela cidade. Alicia e Julio se apaixonam e viverão um amor proibido após o casamento da moça com Diego Murquía, o diretor do hotel. 


A produção da emissora Antena 3 revela um acervo rico de uniformes das classes trabalhadoras e a indumentária das classes altas sendo que o ato de assistir ao seriado poderá tornar os revivalistas do Picnic Vitoriano de São Paulo mais conhecedores da moda eduardiana assim como no excelente britânico Downton Abbey. 


A MODA ENTRE 1905 E 1907


Sobre o período eduardiano em geral temos as seguintes postagens:



O período retratado em Gran Hotel é o Mid Edwardian, isto é, o auge da Era Eduardiana e também o último momento de glória da monarquia espanhola na primeira metade do século pois haverá a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e a Guerra Civil (1936-1939) e a Segunda Guerra (1939-1945).  




1905

1907



Smoking suit 1906





As imagens femininas foram extraídas do Victoria e Albert Museum.Quais as características da moda dessa época? A cintura bem marcada e fina vive seus últimos dias de reinado porque passará a dividir espaço com a cintura império a partir de 1908 embora a cintura volta a seu lugar em 1914,1915 bem menos marcadas. A moda entre 1905 e 1907 ainda celebra a saia projetada para trás e com pregas e as blusas bordadas. Notamos o culto à renda (bem menor do que na virada do século)  e a manga levemente bufante mas não tão bufante como em 1890s. Há também o começo da transparência e os chapéus largos, aspectos que serão mais explorados na década de 1910. O homem usava a casaca, sobretudo ou o paletó, gravata dividia espaço com o cravat e as golas podiam ser em pé ou caídas para os homens com barba. 





ANÁLISE CRÍTICA DA MODA EM GRAN HOTEL



* A partir de 1908 a cintura império passa a ser uma realidade e na montagem acima há um vestido do verão francês de 1907 que já apresenta essa cintura muito sutilmente. A enfermeira Laura Montenegro é a personagem mais moderna do seriado, ela usa mangas curtas e a cintura bem alta dando indícios de como será a moda nos anos seguintes, além do mais, sua família é de fora de Cantaloa e tem relações em Paris. Celia também serve como modelo embora seja uma personagem episódica. 







Javier e Laura




Celia


*A propósito, a vinheta de abertura de Gran Hotel revela a moda império do Late Edwardian em fotografias. 






*A gola em V passa a vigorar somente a partir de 1912, houve quem dissesse que ela era responsável pela pneumonia, entendemos que o Gran Hotel é numa região costeira, mas o traje de Maite no casamento de Javier poderia ser fechado...






* O hábito de mulher fumar publicamente ou em ambiente familiar não era permitido socialmente, somente prostitutas fumavam em público. O capitalismo só vai associar o fumo às mulheres possibilitando tal liberdade nos anos 20. Por isso é de se estranhar que Alícia fume e Diego ache normal. 






* Do mesmo modo, o tailleur era reservado à mulher trabalhadora e não era bem visto para situações mais tradicionais como, por exemplo, o serviço religioso pois era visto como um traje masculinizado. As mulheres trabalhadoras de tailleur no seriado são: Victoria, Angela, Maite, Celia e Teresa.  




* Gran Hotel revela a diversidade do rosto masculino. A cartola e o chapéu palheta são grandes características do período embora raramente apareçam ou nunca no seriado. A cara limpa era reservada aos empregados, é aproximadamente nesse período que se associa limpeza com ausência de barba. Diego usa barba em todo o rosto assim como Gonzalo, Ayala e Javier têm bigode simples, nenhum homem usa o bigode pontudo que foi a grande moda da época. 
A barba de Alfredo é contemporânea, mas também foi usada no Late Victorian, seu traje é bem conservador com o se exige de um marquês e encontramos semelhanças na fashion plate abaixo de 1906.



*Aliás,  a atriz Luz Valdenebro que viveu a esposa de Alfredo, Sofía Alarcón, também trabalhou no seriado espanhol Seis Hermanas de 2015 que é ambientado em 1913. Se você se interessa pela moda do Late Edwardian, essa outra produção e a primeira temporada de Downton Abbey são recomendadíssimas.

Seis Hermanas


* A Era Eduardiana é sempre lembrada pelas glórias do corset, mas vestir os trajes requer prática ou ajuda, é de se estranhar que as hóspedes e membras da família Alarcón se vistam sozinhas, o mesmo com os homens. Lacaios e criadas fazem muitos bem esse trabalho em Downton Abbey. 

* No começo da terceira temporada, a advogada Maite Villegas entra e sai do hotel, visita a casa de um antigo padre e visita o detetive Ayala usando calças justas e estilizadas. Ainda que estivesse em uma missão não-oficial e fora de audiência, o mínimo de decoro é esperado, os ambientes jamais permitiriam isso. As únicas calças destinadas às mulheres eram os calções de ciclistas de 1890s que foram severamente criticados. Em 1908, Paul Poiret fez o figurino da ópera Sheherazade onde apareceram calças, essa moda existiu na década de 10 ainda que fosse criticada, escandalizada e alternativa (V. Sybil Crawley em Downton Abbey)







* Os penteados são belíssimos. O cabelo masculino era curto e preferencialmente lançado para trás, mas a moda do cabelo dividido ao meio já existia, os modelos do seriado são Mateo, Julio, Andrés e Javier. Acerca dos penteados femininos, é importante dizer que os penteados mais volumosos dando a impressão falsa do cabelo ser meio curto são justamente os penteados mais modernos, mais em moda e que farão sucesso em 1910s (Laura, Clara, p. ex.). Os cabelos que estão mais presos são mais conservadores e discretos (p.ex Teresa, Mercedes Rovina, Alicia). 


Laura Montenegro

* Incomoda-me muito ver as mulheres ricas repetirem tanto as roupas, especialmente os trajes noturnos. O vestido abaixo foi usado por Alícia várias vezes, aliás, as personagens confundem trajes noturnos com trajes de dia. 




* Há uma diversidade de uniformes, basta assistir! Abaixo uma camareira: Cristina Olmedo.




* No último episódio, há uma passagem de 2 anos, mas o figurino continua igual exceto o bigode de Julio. 







ALGUMAS FOTOS



































Rommel Werneck


terça-feira, 13 de setembro de 2016

CHÁ DAS CINCO NA ERA TUDOR: TODAS INFORMAÇÕES




É com muita alegria que anunciamos o VI Passeio Fotográfico e Chá das Cinco sob o tema Era Tudor (1485-1603). 

*Essa página será atualizada com mais informações*


1- DATA, HORÁRIO e RESERVAS 


11 de dezembro de 2016, domingo.

14h - Passeio Fotográfico Pateo do Collegio.

17h-  Chá das Cinco na Padaria Santa Tereza .

2- PASSEIO FOTOGRÁFICO 

14h - Ponto de encontro no Pateo do Collegio.

Serão realizadas fotografias e apresentações artísticas no seguinte roteiro em pleno centro histórico de São Paulo à padaria:






3- CHÁ DAS CINCO 

17h-  Chá das Cinco na Padaria Santa Tereza 

A refeição será sob comandas individuais no sistema à la carte com consumação mínima de R$20,00. O aluguel do salão está incluso.
Interessados devem confirmar presença por e-mail:
picnicvitorianosp@gmail.com 

4- DRESSCODE GERAL  


Como sempre, exigimos adesão ao dresscode, portanto, é essencial que os participantes estejam em trajes de nosso recorte histórico. Os trajes podem ser da Idade Média (476 d. C.) à Era Eduardiana (1918) e Releituras.
Links uteis:


5- DRESSCODE TEMÁTICO 1485-1603


O Chá das Cinco sempre possui um tema. O tema deste ano é a estética renascentista e para datá-la melhor elegemos o período Tudor, logo o dresscode é preferencialmente 1485-1603. 

Estamos certos que os trajes alemães, italianos e portugueses diferem dos ingleses, mas estamos tematizando o evento de Era Tudor por duas razões: pelo quarto centenário de morte de William Shakespeare e pela Renascença ser um período extremamente longo e discutível e como os temas não costumam durar muitas décadas/ séculos, escolhemos o recorte inglês. 

Tutoriais serão postados aos poucos. A princípio temos dois tutoriais já prontos:
Traje masculino 1570-1600
Vestido elizabethano

6- FOTOGRAFIAS

Dresscode facultativo para fotógrafos. Pede-se cadastramento prévio dos mesmos e a retirada de crachás no dia do evento antes das fotografias. 

Cadastrar-se por e-mail: picnic_sp@yahoo.com.br


7- ETIQUETA
As normas de etiqueta do picnic devem ser aplicadas também ao chá.
DICAS DE ETIQUETA PVSP
ETIQUETA VITORIANA


8- APOIO
São Paulo Antiga
História da Moda
Meu Ser Desigual
Moda de Subculturas
Poesia Retrô
Real Gothic Brasil
'Stamos Kilts!


9 - PESQUISA ACADÊMICA 
O sr. Rommel Werneck está fazendo um artigo científico e convida a todos a responderem às questões AQUI.


10 - OFICINA REVIVALISMO E EDUCAÇÃO

Será conferida a educadores em São Bernardo do Campo



11 - EVENTOS ANTERIORES

- 2015
Foi focado sob o tema Rococó (1730-1795):
MATÉRIA


- 2014
Foi focado na moda Império (1795-1825):
MATÉRIA

- 2013
Foi focalizado nos primeiros cinquenta anos do metrô (1863-1903):
MATÉRIA

-  2012
Foi focalizado no período da República Velha (1889-1930):
MATÉRIA

- 2011
Tema livre:
MATÉRIA


segunda-feira, 18 de julho de 2016

TUTORIAL TRAJE MASCULINO 1570-1600


INTROITUS


A Santa Liga surgiu entre os países mais católicos da época favorecendo o Vaticano na luta contra os turcos otomanos sendo que em 1571 obtiveram significativa vitória na batalha de Lepanto. Devido ao avanço do Estado Islâmico, eu decidi vestir um traje 1570-1600 remontando à Santa Liga no VI PVSP. O segundo motivo de minha escolha foi o IV Centenário de William Shakespeare e Miguel de Cervantes (1616-2016).



O traje em si não foi dificultoso, porém longo. Necessitei de três dias para fazer a trunk hose...

Antes de mais nada, como era a moda no fim/segunda metade da Renascença?




A.  ELIZABETHAN TOP HAT 


Originalmente um fedora simples que eu já tinha, desses que pode-se adquirir por vinte reais em lojas populares de acessórios.

1. Primeiramente o chapéu foi usado propositalmente ao contrário para parecer uma cartolas. Peguei uma corrente de pedrarias que já tinha desde 2012 e costurei essa corrente em alguns pontos estratégicos do chapéu.

2. Costurar as abas laterais no cilindro do chapéu.


3. Colocar a pluma em uma das laterais. No meu caso, eu fiz as costuras dos passos 1 e 2 à mão porque julgo impossível fazer na máquina. E as plumas eu não preguei. Elas foram encaixadas no orifício que sobrou na lateral. Porque para transportar é preferível retirar as plumas.

4. É conveniente que a aba frontal fique inclinada para baixo alongando a peça e isso se obtém fazendo um ponto na fronteira entre chapéu e aba frontal.

5. Outra possibilidade é arrancar as abas como no chapéu abaixo:




Esse tutorial poderia ser testado também com uma cartola....


B. CAMISA 

Escolhi uma camisa creme bem larga que foi adquirida num bazar paroquial justamente para esse fim e a escolha de uma camisa deve levar em consideração o caimento da gola porque golas duras ficam em pé favorecendo o rufo. Eu não coloquei rufo na gola, mas pretendo fazer isso no traje.
Foram colocadas rendas nos punhos. Embora o formato rufo tenha ocorrido também nos punhos, essa parte do vestuário sempre foi mais discreta. Recomenda-se também fazer pregas simples e pequenas. Não é um babado tipo rococó e sim um "acabamento".



C. RUFO


Esse talvez não seja o melhor tutorial de um rufo, mas vamos lá. A melhor renda para esse trabalho seria a renascença, mas a guipir eu já tinha e eu nunca consegui comprar a renascença. Como ela é cara, eu comprei um pacote por R$48,00 em 2014, mas não tinha usado. Quanto à fita de cetim, quanto mais larga, melhor. E a medida? Eu medi meu pescoço e dupliquei a medida.

1. Eu usei o lado opaco da fita aparecendo. Deveremos fazer pequenas pregas na renda costurando na ponta da fita. 


2. Agora fazer pequenas pregas na fita de cetim:





3. Instalar um fecho traseiro. Geralmente usa-se colchete. Eu preferi usar velcro porque tenho sobrando. 

D. MEIAS E SAPATO






É a mesma meia-calça que usei em 2014, tamanho único, preço bom, roxa. 2014 foi o último ano das grandes compras, o sapato vermelho Ferracini fora comprado em junho na Romão.














E- CAPA 





Vamos à capa lateral sem a qual o terno jamais seria um terno. O jacquard foi cortado num quadrado sendo que a fita métrica sai do meio do peito, contorna o antebraço e chega no centro das costas, é conveniente deixar alguns centímetros para fazer uma prega no ombro. Depois eu revesti a barra por fita de gorgorão que também foi utilizada para fazer a alça que a mantém no corpo. Mas eu não fiz um fecho de velcro (retira-se e coloca-se pela cabeça) e essa  é outra modificação que farei. 

É uma capa lateral, havia capas corporais como a de Filipe IV mostrada acima no item 1.

F. DOUBLET 



Em modelagem de corset da Josette Blanchard em 2013. É o mesmo que utilizei no Chá de 2013 provando a possibilidade de repetir peças. Embora tenha espaço para gravata ele foi concebido para usar na Era Elizabethana, porém eu nunca tinha usado para tal fim.


G. TRUNK HOSE

É uma peça tão difícil de customizar que acho preferível modelar uma bermuda. Mas como não entendo muito de modelagem, optei por pregar filó sobre uma bermuda que eu iria jogar fora. Essa parte eu não fiz fotos e sei o como seria melhor se as fotos existissem, mas eu as perdi. Tentarei descrever logicamente.

1. Primeiramente você precisa decidir a altura e volume da trunk hose sendo que a peça da foto era uma bermuda mais ou menos assim, um pouco acima do joelho. Se desejar uma trunk hose menor recomendo aqueles shorts de corrida, sem bolso.

2. Decidir se haverá ou não um codpiece. Lembre-se que ele decaiu a partir da ascensão de Elizabeth I ao trono inglês. Eu quis colocar codpiece após fazer tudo e não deu certo. Além do mais, a trunk hose muito volumosa exclui o codpiece.

3. De qualquer forma, esse é o momento de revestir o cavalo da bermuda com o tecido que vai por cima de tudo, no meu caso, escolhi um tafetá roxo R$5,90 o metro na rua Jolie. Comprei dois metros. Essa parte não vai filó ou qualquer volume, exceto se você quiser fazer um codpiece. Essa parte talvez precise ser feita à mão e o que puder na máquina. É difícil e eu não fiz esse passo aqui no 3, fiz depois de tudo e o caimento não me agradou.  


4. O filó utilizado como anágua foi cortado de uma saia de armar (R$5,00 na Igreja de Vila Palmares) porque ao fazer isso eu já cortei o filó modelado, costurado num tecido da saia.

Medidas: eu medi a largura da cada perna da bermuda do mesmo modo que a capa: a fita métrica começa na frente da bermuda, atravessa a lateral e por seguinte atinge o último extremo atrás antes da bifurcação. Altura: Não há problema em o filó ser maior que a bermuda porque ele ficará escondido sob o tafetá, mas não pode ser muito longo. No meu caso, a saia que comprei em 2014 tinha uma camada de filó exatamente na medida de minha bermuda.

Repare na imagem abaixo:
























5. A faixa de filó extraída da saia já está pregueada e modelada, basta agora cortar no meio já que estamos fazendo volume numa bermuda e não em uma saia (Bermuda = 2 pernas, bifurcação...). Embora isso seja óbvio, sempre esquecemos... Se você for comprar filó numa loja, necessitará fazer as pregas...

6. Alfinetar o filó na bermuda. Deixe o elástico da cintura livre de costuras o quanto for possível porque ao passar a máquina nessa parte pode acontecer de a cintura ficar justa, apertada porque o elástico vai perder o sentido. Alfinete então o filó 2 dedos após o elástico. Costure, o aspecto vai ficar igual a imagem acima que, aliás, pode servir de base para um pannier (undergarment feminina do séc. XVIII). Amplie a imagem para enxergar melhor. 

7. Agora é necessário revestir a peça com o tecido final. Corte o tecido seguindo a medida da largura de cada perna da bermuda levando em conta que a altura ficou maior graças ao volume. O filó que sobrou é empurrado pra cima. Ao invés de medir com fita, eu coloquei o tafetá em volta e fiz um risco com o giz e cortei. Alfinete o tecido na parte de cima onde começa o filó e onde termina a bermuda. em seguida, costurar delicadamente tomando o devido cuidando para não grudar o tecido de trás da bermuda com o da frente. Outro importante cuidado é preguear o tafetá mas jamais o tecido próprio da bermuda porque você corre o risco de apertá-la. Sempre mantenha o tecido de baixo plano. Abaixo, como ficará a curvatura revestida.





















































Se você quiser fazer uma trunk hose com gorgorão, isto é, aquelas faixas em torno da calça é necessário pregar a fita de gorgorão no tafetá e aí pregar o tafetá na bermuda. Mas não era meu estilo. 





8. As laterais também necessitam ser costuradas no tecido que está no cavalo da calça. É por isso que eu acho muito mais fácil modelar tudo do que customizar já que numa modelagem podemos cortar o cavalo etc etc etc. Ainda não sei qual a melhor forma de se fazer a trunk hose. 


9. Durante o Picnic Vitoriano a trunk hose ameaçava cair já que a bermuda era larga e o filó pesou e não estou acostumado a usar cintura baixa e a calça masculina renascentista precisa ser usada como cintura baixa. Por isso se houver passadores de cinto e a peça não for de elástico ajuda muito.

10. Eu ainda coloquei um passador para colocar o pingente imitativo de rosário.
No item B - Camisa vocês verão a foto. 


11. É possível modelar e costurar uma trunk hose sem o filó e colocar por cima da peça que fizemos.

H. JOIAS

O look quase sem joias.



O século XVI celebrou a intensa ornamentação de joias nas roupas. Homens usavam correntes e cruzes. Quanto mais longas e largas forem essas correntes, melhor. Uma cruz e uma corrente do mesmo tom ornam bem com a proposta.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O tutorial acima auxiliará os cavalheiros para o Chá das Cinco na Era Tudor que muito provavelmente ocorrerá dia 11/12. Quanto a cores, um terno do período costuma ser monocromático (trunk hose, gibão e capa na mesma cor); vermelho, preto, branco,  amarelo e dourado foram, grandes cores do período. Quanto a estampas, flores grandes servem para as trunk hose e para os vestidos. Novas postagens serão feitas sobre a moda do séc XVI para auxiliar nossos convivas.


Rommel Werneck.

domingo, 3 de julho de 2016

COMO CHEGAR AO PARQUE DO IBIRAPUERA?


Desde 2011, o principal evento do grupo PVSP ocorre no Parque do Ibirapuera, mais especificamente na Serraria do Parque.
O acesso mais próximo se dá pelo portão 7 e 8 (Avenida República do Líbano) e 6 (Avenida Quarto Centenário).

A serraria no mapa (repare nos portões).



 Trajetos e percursos a partir de diferentes pontos da cidade:



A-) ESTAÇÃO DE METRÔ SANTA CRUZ
Se você estiver em frente ao metrô Santa Cruz você pode andar até a rua Loefgreen (do outro lado da rua ou na Pedro de Toledo que também fica perto) e lá embarcar no ônibus... 
Faça justamente isso. O ônibus abaixo passa na Pedro de Toledo e deixa na Quarto Centenário, pertinho do portão 6.

775V-10 - RIO PEQUENO / METRÔ SANTA CRUZ - Sentido Rio Pequeno.




Também é possível embarcar nos ônibus:

5103-10 MOEMA/ Term. Sacomã
476A-10 TERM. STO AMARO/ Ipiranga
E similares que cortem a Indianópolis (descer nesse ponto). 



MAPA:


Há outros ônibus que saem da Pedro de Toledo para o parque porém é para os outros portões. 


B-) TERM. PRAÇA DO CORREIO, TERM. PRINCESA ISABEL E JARDINS
Região bem centralizada. A linha 509J-10 JD. SELMA/ TERM. PRINCESA ISABEL passa nos dois terminais e deixa exatamente no portão ideal (Avenida Rep. do Líbano).
Essa mesma linha também passa na Nove de Julho, portanto, nas proximidades da Avenida Paulista.


C-) SANTO AMARO
Do Terminal você pode embarcar no ônibu 5300-10 - TERM. PQ D. PEDRO II / TERM. SANTO AMARO descer na esquina da Avenida Ibirapuera com a República do Líbano e ir a pé ou pegar qualquer ônibus que vá pela avenida.


 D-) OUTRAS LOCALIDADES
A melhor alternativa é se dirigir ao centro e seguir A ou embarcar no metrô e seguir B.


Se tiver dúvidas de como chegar, contate-nos picnic_sp@yahoo.com.br ou nos procure no facebook.



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